23.11.2017

O Scup divulgou os principais resultados do monitoramento de dois meses (setembro e outubro) no Twitter sobre a Black Friday. Foram registradas 19 mil menções relacionadas à data que trazem dados bem interessantes para entender o comportamento do consumidor e para o planejamento de promoções. Pelo que se comentou na rede social, livros e celulares são os principais objetos de desejo.
Analisando os termos, pode-se ter bastante ideias para a definição de promoções certeiras. Especificamente sobre livros, por exemplo, um dos termos muito ressaltados pelos consumidores foi box, em referência a coleções de livros, mostrando o desejo de aproveitar a data para comprar coleções de autores. A expectativa é por promoções com kits que reduzam o valor final de cada exemplar. Analisando ainda que “bom e barato” foi uma expressão bastante usada, além do termo “orçamento”, evidencia-se o modelo custo-benefício.
Várias menções mostram preocupação com o limite disponível nos cartões de crédito para as compras. Pagamentos por boletos podem resolver o problema de consumidores com limite comprometido. Aliás, segundo outras pesquisa, do Ebit, a estimativa é que o valor médio gasto por cliente será de R$ 695.
E como ser encontrado nesta avalanche de promoções? Como as buscas e compras dos produtos se dão majoritariamente na internet, o uso de hashtags é essencial nas campanha online. A pesquisa identificou 5.000 diferentes e as mais repetidas foram:
1. #BlackFriday
2.#Ecommerce
3.#Promoção
4.#Friday
5.#Tecnologia
6.#Black
7.#Livros
8.#Desconto
9.#Ofertas
10.#BlackFriday2017
O sentimento dos consumidores são positivos sobre a data, superando em muito as referências negativas – Black Fraude – insinuação que define a prática de subir o preço de um produto antecipadamente para, depois, anunciá-lo com desconto. A expectativa é que mais consumidores adotem à Black Friday este ano, iniciando as compras com uma semana de antecedência.

Em agosto, o Google já tinha apresentado a pesquisa “Thank God It’s Black Friday 2017” realizada com 800 brasileiros entre 18 e 54 anos, das classes A a C, que mostrava uma expectativa de crescimento das vendas neste ano: 68% pretendia comprar algo_ em 2016 o índice era de 61% _ e as buscas pelo evento promocional no Google cresceram 46% em relação ao ano anterior. Os produtos mais desejados são Smartphones, roupas, passagens aéreas e as reservas de hotel. E claro, o preço é o fator mais importante na hora de decidir o que comprar (49%), mas a força/credibilidade da marca do produto ou da revenda são decisivos para 40% dos consumidores entrevistados, índice muito alto para uma data focada em preço. E mais: 2/3 das compras em 2016 foram realizadas nas mesmas lojas que as pessoas costumam comprar durante o ano. (Claudia Montenegro, com dados do Scup, Google e Ebit)

Tags: análise mídias socias, monitoramento

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